segunda-feira, 12 de junho de 2023

Relaxar é em Tourém!

Tourém é uma freguesia portuguesa do município de Montalegre], com 16,61 km2 de área e 110 habitantes (censo de 2021). A sua densidade populacional é 6,6 hab./km².

Em 2021, Tourém foi a sétima freguesia com menos habitantes em Portugal, e a terceira com menos habitantes em Portugal Continental.

A aldeia de Tourém é a única povoação portuguesa situada a norte da serra do Gerês, na margem esquerda do rio Salas, entre as aldeias galegas de Requiás e Guntumil (concelho de Muíños) e Randín (concelho de Calvos de Randín). O antigo castelo português da Piconha e o território do Couto Misto ficam um pouco mais a leste.



Dia - 08
A nossa escapadinha, dos frequentes 4, durou 4 dias, de 08 a 11 de Junho de 2023.
No primeiro dia, e durante a viagem, após esticarmos as pernas e tomarmos o pequeno-almoço no centro de Ponte de Lima,


almoçamos um sarrabulhozinho na Casa Borges, na Correlhã, a alguns kms do centro. 
Optámos por esta casa, porque além do Arroz de Sarrabulho ser de altíssima qualidade, consegue-se fugir um pouco da confusão que se faz notar em Ponte de Lima aos fins de semana. 
Como sobremesa, dividimos um creme queimado que é uma das especialidades da casa.


E já mais consolados, seguimos viagem até ao destino.
Antes de chegarmos a Tourém, ainda bebemos um fino no Lindoso, com uma magnífica paisagem! E num dos piores cafés da região...

Assim que chegamos à aldeia, que apesar de não ter muitas casas, ainda tem umas vielas dificeis de circular de carro, lá encontramos a Casa da Gracinda!!
Que se viria a revelar uma excelente surpresa. Muito bem equipada, acolhedora e funcional. Recomenda-se!
   

Ainda nos deslocamos a Montalegre para abastecermos de comida e bebida. E que sorte tivemos!
Foi talvez a melhor refeição dos 4 dias. Umas extraordinárias costeletas compradas no Intermarché, que, temperadas apenas com sal e caiene, se mostraram divinais. Tenho pena de não ter nenhuma referência fotográfica das ditas cujas.
E após a janta, como de costume, seguiu-se uma longa amena cavaqueira, bem regada e bem acompanhada musicalmente. Seguindo-se xixi, cama.

Dia 09 - 
Acordar cedinho para aproveitarmos para explorar bem o território.
A viagem até Pitões das Júnias teve como quase sempre a presença pela estrada fora de animais quadrúpedes. Desde bovinos a equinos.

Com uma pequena volta pela aldeia, à espera que o restaurante " Casa do Preto" abrisse portas.
Fomos muito bem recebidos, como é apanágio das gentes das aldeias do Norte, mesmo Norte, de Portugal. Duas colaboradoras bastante simpáticas e conversadoras aconselharam-nos o repasto.
Escolhemos Feijoada e também Posta para fazermos um mix entre todos. Não foi a melhor refeição do passeio, foi razoável, mas bem pago. Já por lá comi melhor...

Entretanto, e como fomos tirando indicações para o passeio pós-almoço, tanto para gastar algumas calorias como também para conhecermos algumas das melhores vistas da aldeia.
Conhecemos a Cascata de Pitões, o seu Mosteiro, erigido no Séc IX, que tem uma história bem engraçada, e a Aldeia Velha do Juriz. Tudo valeu a pena mesmo com o tempo farrusco, sempre a orvalhar, com bastante nevoeiro e um piso bastante escorregadio.
À saida do estacionamento apareceu do nevoeiro uma sede tremenda e para mos ao acaso no primeiro local que apareceu e que se viria a revelar uma agradável surpresa. A Taberna do Caskais, sítio decorado de uma forma estudada, ou não tivesse sido já um armazém de alfaias agrícolas, com clientes suigeneris e uns proprietários ainda mais!!
Como normalmente somos de relaçãoes fáceis, acabamos por, em pouco tempo saber um pouco da forma como foi criada a Taberna, o que faziam os proprietários antes desse passo e como se estavam a dar na nova aventura. Muito giro.







Após as visitas, tivemos que nos deslocar a Montalegre para comprarmos o jantar e seu acompanhamento.
Assim que chegamos à Casa da Gracinda, colocamos as "mãos à obra" e toca a preparar o assado para a noite que se avizinhava bem fria.
Após algumas horas, para assar bem lentamente, a costela lá saíu do forno, com aspecto de quem queria ser comida ;) E foi, muitíssimo bem regada e como é apanágio, seguiu-se a amena cavaqueira até às tantas em regime de discos pedidos. 



São estes momentos que ficam para a vida, aqueles em que convivemos com os amigos e que amigos!
A subida das escadas para os quartos foi dolorosa e cambaleante, devido ao néctar ingerido e ao cansaço acumulado com origem nas caminhadas pela montanha.

Dia 10 - 
O pequeno almoço depois das noitadas sabe sempre bem para reconfortar novamente a alma! E nestas paragens, onde normalmente se acorda com o barulho dos chocalhos do gado a ser levado para as pastagens, sabe ainda melhor!
Era dia de visitar as Caldas de Bande, onde existem algumas piscinas romanas de àgua mineral quente. Mas antes ainda passamos pela sua Igreja Matriz.

A visita foi rápida porque não achamos grade piada e já lá se encontrava alguma gente. De qualquer forma todo o conhecimente é bem vindo.

Iríamos almoçar e visitar Montalegre e o seu Castelo.
A viagem até ao destino é sempre relaxante, pelas paisagens bucólicas, o tempo, com o seu cinzento, também deu uma ajuda nessa melancolia. Adoramos o simples facto de estar a passear com calma por uma estrada sinuosa que parece esculpida no meio de tanto verde.

Chegamos a Montalegre em cima da hora do almoço e fomos a um restaurante, D. João, onde já tinha ido almoçar em trabalho duas vezes. E comido bastante bem. 
Desta vez, desiludiu, principalmente o Arroz de Presunto que veio para a mesa, nem seco, nem malandro, nem eu sei muito bem. Há dias assim. A carne também não estava nada de especial. Valeu pelo convívio e por algumas histórias engraçadas contadas pelo proprietário.

Para fazer a digestão, nada melhor do que subir e descer as escadarias de um castelo!! E lá fomos visitar o Castelo de Montalegre. 
Encontra-se em bom estado de conservação e no seu topo, a a paisagem é gira.



Com um passeio dado, e ainda apanhando a apresentação de um livro no Eco Museu de Barroso.
Que deu para trazer o livro assinado, por sua vez muito interessante. Travamos conhecimento com uma personagem inesquecível e que nos ocupou pelo menos 30 minutos em discurso fluido e unidireccional!! O cavalheiro chamava-se Ernestino Maravalhas e é um consagrado entomólogo, rendido à maravilha do Barroso e do seu mundo de borboletas! Em alguns minutos ficamos a saber de longos anos da sua vida, e a um ritmo digno de um baterista de speed metal!
E que nos falou de uma espécie de planta, só existente no Barroso e no Nepal, a qual fomos à procura, seguindo as coordenadas dadas pelo Ernestino, mas que nunca conseguimos encontrar... mas bem tentamos. 
Seguimos para casa, mas já abastecidos com material para uma Açorda de Marisco para jantar.
Normalmente, a preparação das refeições é dos meus momentos preferidos. A preparação, a prova, os ajustes, o copinho do vinho já aberto e por fim o resultado final, que é quase sempre bem satisfatório!
Neste caso apenas ajudei, porque o Castro é que é o especialista neste tipo de prato! E que boa que estava!

Penso que nessa noite nos deitamos mais cedo do que o habitual porque o cansaço já era muito.

Dia - 11
O dia de regresso, também reconfortante, pelo simples de facto de, apesar de gostarmos de estar fora, também gostamos de regressar a casa e estar de novo com os miúdos!
No entanto ainda a viagem para fazer. E optámos por uma estrada ainda no percorrida desta vez. E escolhemos a N103, que é uma das estradas que mais gosto. A vista da Barragem de Pisões e da Venda Nova são bastante interessantes.
Para o almoço, liguei a um amigo da Confraria, mestre naquela região, a pedir uma sugestão. E o sugerido foi o Restaurante Largo do Souto. Gostei muito. Apesar de já estar um pouco farto de tanto comer durante os dias anteriores, o Bacalhauzinho frito acompanhado por um verde tinto de malga, souberam-me pela vida. Tenho que lá voltar para experimentar outros pratos.

E assim seguimos a viagem restante até casa, sempre em segurança e com calma, muita calma.
Até à próxima escapadinha!

Obrigado ao Castro e à Geni pela magnífica companhia!

















domingo, 15 de janeiro de 2023

4 dias convinhendo por Bordéus

 



Aproveitando uns diazinhos de férias, resolvemos rumar a Bordéus, um destino já há algum tempo almejado por mim e pela minha sede!
Saímos voando do Porto a 01 de Dezembro de 2022 e regressamos, também voando, a 04 do mesmo mês e do mesmo ano.
Aterramos em Brive-Souillac na Dordonha, a uns 200 km de Bordéus. A intenção foi a de conhecer um pouco a região dordonhesa. 
    Fizemos o percurso quase na totalidade por uma estrada municipal, onde proliferavam grandes extensões de pastagens verdes e de quando em vez uma ou outra vila.
A primeira paragem foi numa dessas tais vilas, todas elas com estilo medieval e atravessadas por rios ou riachos. De salientar
o percurso que era quase totalmente plano.

    Terrasson-Lavilledieu, nome da vila e onde decorria uma feira. E, como era de esperar, um dos feirantes com quem falamos era português, de Viseu, e com o espírito de ajuda que caracteriza o nosso povo, esteve uns largos minutos a indicar-nos o melhor restaurante da zona, tendo o seu esforço caído em saco roto porque o dono do estabelecimento tinha sido no dia anterior operado às varizes e como tal, a casa estava fechada!!
Depois de algumas fotos, lá prosseguimos a viagem rumo a Périgueux, onde iríamos almoçar.
    O tipo de paisagem manteve-se inalterada e passados alguns minutos, chegamos a Périgueux.
Uma comuna francesa, com cerca de 30 mil habitantes e com uma Catedral majestosa que, segundo dizem, remonta ao século IV.





Muito medieval mas muito bem conservada e com um ambiente bem descontraído, como demonstravam as muitas esplanadas, repletas de pessoas a beberem o seu copo de tinto.
    Para o almoço, tinha pesquisado e escolhido duas hipóteses, o Hercule Poirot, que me pareceu requintado, caro mas que nos deixou com àgua na boca, e o La Cueva Argenta, restaurante argentino, mais casual mas o mais pontuado do Tripadvisor. E foi no Argentino que recaíu a escolha, tal premonição do título mundial de Futebol...


Gostamos bastante, um atendimento excepcional, simpático e eficiente, e ainda quase sósia de um dos nossos grandes amigos. Muito parecido com o Raposinho, apenas de cabelo negro.
A comida foi carne e todos comemos pratos diferentes, acompanhados por vinho argentino, nada de especial mas como o ambiente estava porreiro, acabou por cair bem.

Depois de um belo passeio por Périgueux, passando pela Catedral St-Front (onde ainda tentamos profanar a caixa das esmolas 😂), lá continuamos a nossa viagem até ao destino final que seria Bordéus.
A paisagem foi sempre idêntica em todos os percursos pela região.
    Após a chegada à cidade de destino, o próximo passo seria a encontrar o alojamento reservado préviamente, e onde iríamos dormir nas próximas duas noites.
O apartamento reservado ficava localizado a cerca de 2 km do centro de Bordéus. Apareceu nada luxuoso mas eficaz e com um aspecto moderno. Muito casual mas que serviu completamente para aquilo que o tínhamos escolhido.
    Como não era longe resolvemos fazer um passeio pedestre até Bordéus. Pelo caminho fomos notando que o meio de transporte mais usual era a bicicleta. Novos, velhos, estudantes, diplomatas, mães com filhos em side-bikes, de tudo um pouco. As trotinetas também abundavam, numa cidade bem preparada para estes tipos de locomoção verde.
    Bordéus revelou-se realmente uma cidade em que as pessoas são desprovidas de vaidade, não tentando mostrar isto ou aquilo para se posicionarem na sociedade.
A maioria, pessoas magras, cujo estilo de de alimentação me pareceu equilibrado e que dava a entender, pelo que lanchavam após saírem dos empregos, já não iriam jantar. Muitas bares/cafés e esplanadas, cheias de gente nos fins de tarde, a beber vinho e a comer uns petiscos, enquanto alegremente conversavam,  ou pelo menos pareciam de bem com a vida.
    E assim fomos caminhando pelas ruas bem alinhadas da cidade, perpendiculares e paralelas, com fachadas sem grandes diferenças , nem de estilo, nem de altura. Parece tudo feito mas antes pensado...
    Como já tínhamos almoçado bastante bem resolvemos jantar tapas acompanhadas de um bom vinho tinto. E a escolha do local foi ocasional e apenas pela aparência. Durante o passeio, olhamos e gostamos e dissemos é ali. E assim foi!
    Bebemos dos melhores vinhos que provei até hoje. Provamos duas garrafas mas um deles foi escolhido por todos e de um modo quase cego porque fizemos uma votação final para ver qual dos dois é que tínhamos realmente gostado mais. 
    A primeira noite estava estava completa e retornamos aos aposentos novamente a pé, apreciando um pouco do ambiente tardio da cidade.
    O dia seguinte foi para conhecimento do centro da cidade de Bordéus. Começamos no Museu do Vinho, e optámos por não pagar para o conhecermos.  Ficamos pelas partes não pagas e que mesmo assim se revelou uma boa experiência.
    Vimos uma garrafeira excecional, com vinhos realmente para todos os gostos, de todos os países e para todas as carteiras. A garrafeira tem uma excelente estética e um ambiente realmente acolhedor e sem quaisquer pressões para se comprar algo.


    Para o almoço tinha tinha pesquisado algumas coisas entre as quais um mercado típico local e achamos de bom gosto lá irmos petiscar. 
    Local sem luxo nenhum, desconfortável até, mas onde pudemos conhecer um pouco outro género de habitante. Notava-se a convivência entre os pescadores ao balcão, denotando-se alguns tipos de negócios menos lícitos. Uma Bordéus mais agreste.
Neste local deu para comer as tão faladas ostras da bacia de Arcachon, que são apanhadas na região, mais na Orla marítima, e que acompanhadas de um bom vinho branco e de camarões e outros mariscos, acabaram por ser...apenas normais...  Acabou por ser agradável, até porque nos damos bem em qualquer lado e com quaisquer pessoas!! 







    Neste dia conseguimos conhecer quase todos os monumentos mais importantes da cidade. 
Place de la Bourse, Pont de Pierre, Grande Sino (o que achei mais giro), Torre Pey Berland, etc...mas o que gostei mesmo foi... o Cafe Brun, um bar fantástico! Bebemos à brava! Rimos bastante à custa de um WC misto, em que entravas à vontade e era quase open space. Muito bom!
Bar em que apenas um funcionário, digamos super-funcionário, conseguia com eficiência servir aí umas 20 mesas! Com clientes de todas as idades, vimos avós com filhos e netos, vimos figuras do cinema, vimos de tudo um pouco, simplesmente com a vontade de se divertirem e de conviver um pouco. Em suma, bar fantástico.
Neste mesmo dia, a janta iria ser em casa para no dia seguinte sairmos cedo para Saint Émilion, a região de todos os Chateaux. E foi isso que fizemos, por muito pouco não o faríamos...mais 2 ou 3 cervejas e o caldo estaria entornado!!
Tapas em casa, com Bordeaux tinto, seguindo-se uma agradável amena cavaqueira e choco.
    Dia 3, rumo a Saint Émilion, uma encantadora vila medieval localizada no coração dos famosos vinhedos. A vila revelou-se pitoresca e, no Verão ou até na Primavera deve ser um encanto por lá passear de bicicleta.
Muito turística, com todos os restaurantes a praticarem preços elevados, mas que vale a pena visitar e fazer a visita guiada às profundezas da sua Igreja. Saber a sua história e o porquê da sua existência. Em suma, viveria por ali facilamente, principalmente se fosse proprietário de algum Chateaux ;) !

Na hora do almoço, as escolhas eram bastantes e a opção não terá sido a melhor, no entanto também não deve ter sido a pior...
Quase tudo Michelin, o que não é muito do meu agrado, apenas pelo tipo de comida usual nesses restaurantes.
    Após o almoço, e com quase todos os Chateaux das redondezas encerrados, e após algumas vistas por fora, regressamos a Bordéus para escolher o local para jantar. Brasileiro foi o escolhido. Arroz, feijáo e carne, acompanhados de início por bela caipirinha, muito boa mesmo, e seguindo o percurso vinícola mas desta vez, vinho brasileiro. Fraquinho... mas fresquinho. Nessa noite, e a caminho de casa, ainda paramos num bar com muita malta adolescente a fazer o aquecimento para a longa noite e bebemos mais umas cervejitas.  E estava passada a noite. O dia de regresso aproximava-se.
    Manhã para fazer as malas e rumar ao aeroporto de Bordéus. Como ainda dispunhamos de algum tempo, resolvemos dar uma saltada à famosa Bacia de Arcachon, zona balnear de Bordéus e famosa pelas suas dunas e pelas ostras por lá apanhadas.
Nota-se que é um local frequentado por malta com alguns trocados a mais. Pareceu-me um pouco triste, o que talvez se devesse à estação do ano.
    Rumo ao aeroporto e voar para o Porto.
Voo tranquilo e mais uns belos dias passados numa bela companhia como são o casal que nos acompanhou. Já temos umas belas aventuras juntos para relembrar.
Até à próxima viagem.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

2021, a mudança ainda não começou...



Primeiramente, desejo a todos sem excepção um grande ano 2022! Penso que será o retorno à normalidade, apesar de, tirando os primeiros 15 dias do início decretado da pandemia, talvez por sorte, eu nunca ter saído dela.
No que respeita ao futebol...
Este clássico foi bom cá em casa, onde temos simpatizantes dos dois lados e até porque tivemos a sempre agradável surpresa da visita dos nossos grandes amigos, "os Castros".
O desfecho, para o glorioso, era expectável e até foi lisonjeiro atendendo aos problemas que a semana trouxe.
Na minha opinião, e como benfiquista, acho que o Rui não tem qualidades suficientes para ser um grande líder como o Benfica necessita. Teve uma grande oportunidade para começar bem, no jogo contra o Belenenses, em que não deveria ter ido a jogo naquelas condições, ou pelo menos transmitir as intenções de não o fazer.
Dou os meus parabéns a todos os jogadores, mesmo aqueles que tentam influenciar a arbitragem com saltos e quedas desnecessários, ontem de parte a parte, querendo influenciar quem dirige e quem assiste.
As boas ou más arbitragens, em grande parte das vezes, são provocadas pelos comportamentos dos jogadores. Se tentassem seguir o exemplo da liga inglesa, os jogos por cá teriam outra beleza.
Acho deprimente o  comportamento dos elementos dos bancos de suplentes, e não falo apenas do banco do FCPorto, encabeçado por aquela personagem baixinha, mas sim de quase todos os bancos e staffs em Portugal. É deplorável o que se passa fora das 4 linhas, nos bancos, nos túneis, nos balneários, não apenas agora, mas desde sempre. O caminho não é este, e, por mais vitórias que estes comportamentos tragam, isto não é o  correcto para os verdadeiros amantes de futebol. Tenham em mente que se consegue vencer de formas mais ilustres!
 Não tenho dúvidas que a consanguinidade nos tramou, desde sempre.
Mais uma vez, um grande abraço a todos sem excepção, porque tudo se irá modificar para melhor, nem que seja daqui a muitos e muitos anos. Haja esperança.
O comportamento molda-se, treina-se e assume-se. 
Derrubem os muros e serão(seremos) todos muito mais felizes.
#globaleducation 
#gentilezageragentileza
#nemapandemiaajudou