sexta-feira, 22 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Amigos...
(Cícero)
(John Collins)
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Manowar no Campo Pequeno: «Punhos ao alto e fé nos Manowar»

Diário Digital
Foi necessária uma dúzia de anos para voltar a ver os Manowar em terras lusas. O Campo foi Pequeno para uma batalha de duas horas e meia de power metal demolidor.
Está na moda remasterizar álbuns, adicionar músicas ao vivo e inéditos a essas reedições. Por necessidade ou não, os Manowar não fugiram à regra ao regravarem o velhinho «Battle Hymns» de 1982, rebaptizado »Battle Hymns MMXI». Ganharam números romanos, a narração do actor Christopher Lee e o regresso do baterista Donnie Hanzik. Para além das histórias épicas o original tinha motas, mulheres e cerveja; a versão remasterizada tem mais mulheres, mais motos, mais cerveja e mais tecnologia, tal como no concerto do Campo Pequeno.
As mensagens exibidas pelos fãs - «Back Home Kings of Metal», «The Time Strikes Now» ou «Hail and Kill» anunciavam a catarse dos lusitanos guerreiros e dos 12 anos de espera para ver os reis do metal. Com um arranque a fazer lembrar o inicio de qualquer um dos filmes da trilogia do Senhor dos Anéis, «Manowar» mostrou logo à partida umas das principais características dos seus concertos: decibéis muito elevados (desde 1986 que são uma das bandas detentoras de um dos PAs mais potente do mundo).
O avançar pelo «campo de batalha» dentro fez-se com hinos como «Death Tone» e «Battle Hymns» e, cedo se percebeu o porquê de, ainda, tanta gente gostar desta banda e esgotar salas para os rever. São exuberantes, tecnicamente irrepreensíveis e dedicados aos fãs. Eric Adams, vocalista de multi-octavas, é inspirador e tem dificuldades em optar entre o vinho tinto e a cerveja portuguesa (quando se deslocava aobackstage entre as canções). Ninguém grita como ele! Karl Logan, guitarrista, parecia manejar a espada de Hércules mas ligada às serpentes da Medusa tal a velocidade dos seus dedos, tendo como momento de glória o solo de «Sun of Death». Joe DeMaio, bom a falar português, também fez ecoar bem alto o seu baixo no tema-solo «William`s Tale» . O baterista Hanzik não perdeu a sua habilidade para dominar o pedal duplo da bateria.
O Campo Pequeno recebeu uma celebração do início ao fim, com conteúdo para dar e vender às actuais bandas, lições de humildade às mais antigas e acima de tudo gosto pelo que se chama de heavy metal. «Black Wind, Fire and Steel» já noencore, foi o culminar da celebração da manutenção do trono dos Manowar no metal mais clássico. 30 anos depois.
sábado, 15 de janeiro de 2011
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Perda ou Ganho
perdi um inimigo,
uma companhia perdi de certeza.
Perdi alguém que me acompanhou durante mais de 20 anos,
nos momentos maus,
nos momentos bons,
em todos lá estava ele!
Com aparências diferentes por vezes!
Mas era sempre com a mesma disponibilidade que se apresentava.
Acho que sinto falta e que a vou sentir sempre
também sinto que não me faz falta e que não pode vir a fazer!
Estou a tentar ser livre, não ter sempre alguém agarrado,
não estar sempre preocupado se o tenho comigo ou não,
se terei que sair de algum lado para o ir buscar,
é um peso e uma preocupação que de momento me vi livre...
Espero assim continuar...
Veremos,
acho que já é um grande passo ter sido eu próprio a ter a iniciativa,
e a conseguir manter-me afastado mesmo estando sempre a ser testado por aqueles que ainda não se libertaram,
talvez porque não querem,
talvez porque ainda não acham que é o timing certo,
ou por fraqueza...
Um dia o meu filho Leo disse-me para deixar de FUMAR porque fazia mal,
ele já não se lembra,
mas eu lembro-me!
E foi isto que me levou a tomar esta iniciativa,
acho que ele merece!
Ainda só passou 1 mês e meio, mas tem que se começar de alguma maneira.
Abraço a todos
Do sempre amigo Tiago Regadas
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Treinador de Futebol

